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sexta-feira, 26 de junho de 2015

Suprema Corte aprova matrimônio gay nos Estados Unidos

Foto referencial. Flickr Tekke (CC BY-ND 2.0)
WASHINGTON DC, 26 Jun. 15 / 01:17 pm (ACI).-
A Corte Suprema dos Estados Unidos decidiu hoje aprovar o matrimônio gay como um “direito constitucional” e estabeleceu que as uniões de casais do mesmo sexo devem ser legalizadas nos 50 estados do pais. A Suprema Corte aprovou, por cinco votos a quatro, a garantia do matrimônio pela Constituição, o que significa que as uniões entre homossexuais devem ser reconhecidas como “matrimônio” sob a parágrafo 14.
A decisão, tomada em relação ao caso do Obergefell vs. Hedges, tem a ver com uma acusação feita contra as autoridades do estado de Ohio, onde não foram reconhecidas como matrimônio as uniões homossexuais realizadas em outros estados do país.
Os defensores do matrimônio como a união duradoura entre um homem e uma mulher recordaram: “Esta instituição também está estreitamente relacionada com a procriação dos filhos e não pode ser redefinida”.
O “matrimônio” entre pessoas do mesmo sexo foi estabelecido nos Estados Unidos a partir de 2004, logo depois que uma corte de Massachusetts foi a favor de que o estado outorgue as licenças aos casais homossexuais.
Devido a esta decisão, algumas pessoas pediram uma emenda constitucional federal para proteger a definição do matrimônio. Os votantes em 30 estados aprovaram emendas constitucionais e referendos para fortalecer a definição legal do matrimônio como a união entre um homem e uma mulher. Muitos destes esforços transbordaram com demandas estatais ou federais.
Em 2013, a Suprema Corte rejeitou uma apelação apresentada pelos que apoiaram a Proposição número 8 no Estado da Califórnia, a qual estabelecia que “o matrimônio é a união de um homem e uma mulher”.
A Corte também se negou a receber casos similares apresentados por outros estados.
Esta decisão junto a outras anteriores parecidas, geraram diversos conflitos relacionados à liberdade religiosa.
Muitos pais enfrentaram várias dificuldades ao tentarem tirar seus filhos de diversas aulas, nas quais promovem as relações homossexuais, enquanto muitos negócios foram denunciados por manifestarem sua reprovação a participar de celebrações de casais do mesmo sexo.
Várias agências de adoção católicas foram obrigadas a serem fechadas, porque algumas leis exigem entregar os menores aos casais homossexuais e esta lei vai contra suas crenças religiosas.
As consequências para a liberdade religiosa também foram tratadas pela Suprema Corte neste caso de Obergefell vs Hodges. O Procurador geral Donald Verilli assinalou: “A aprovação do matrimônio homossexual pode gerar problemas de impostos para as universidades que exerceram seu direito à objeção de consciência com relação as uniões homossexuais.
http://www.acidigital.com/noticias/suprema-corte-aprova-matrimonio-gay-nos-estados-unidos-73513/

Bispos dos EUA: Suprema Corte se equivoca ao aprovar o ‘matrimônio gay’ como se equivocou ao aprovar aborto

WASHINGTON DC, 26 Jun. 15 / 05:38 pm (ACI).- O Presidente da Conferência de Bispos Católicos dos Estados Unidos (USCCB), Dom Joseph E. Kurtz, lamentou a falha da Suprema Corte quando pronunciou: “O matrimônio gay é um ‘direito constitucional’. Assim como há 40 anos se equivocou ao abrir as portas ao aborto no país, hoje a Corte novamente se equivocou”.
Dom Joseph assegurou: “Sem dar importância ao que uma pequena maioria da Suprema Corte possa declarar neste momento da história, a natureza da pessoa humana e o matrimônio permanecem inalterada e inalterável”.
“Assim como a sentença da Suprema Corte no caso Roe vs. Wade em 1973 não resolveu o tema do aborto há 40 anos, a decisão atual não resolve o problema do matrimônio hoje”.
“Nem a decisão da Suprema Corte sobre o aborto nem esta sobre o matrimônio estão enraizados na verdade, por isso ambos eventualmente fracassarão”, assinalou Dom Joseph.
O Presidente da USCCB sublinhou também: “É profundamente imoral e injusto que o governo declare que duas pessoas do mesmo sexo poderão constituir um matrimônio”.
“O único significado de matrimônio como a união entre um homem e uma mulher está inscrito em nossos corpos”, e indicou também que “defender isto é uma dimensão crítica da ‘ecologia integral’ que o Papa Francisco nos exortou a promover”.
“Ordenar uma redefinição do matrimônio em todo o país é um erro trágico que danifica o bem comum e o mais vulnerável entre nós, especialmente as crianças”, advertiu o Prelado.
Dom Kurtz indicou: “Jesus Cristo, com grande amor, ensinou inequivocamente que desde o princípio o matrimônio é a união perpétua entre um homem e uma mulher. Como bispos católicos, seguimos Nosso Senhor e continuaremos ensinando e atuando de acordo a esta verdade”.
“Encorajo os católicos a avançar com fé, esperança e amor: Fé na verdade inalterável do matrimônio, enraizado na imutável natureza da pessoa humana e confirmada por revelação divina; esperança em que estas verdades novamente prevaleçam em nossa sociedade, não só pela sua lógica, mas pela sua grande beleza e manifestação do serviço ao bem comum; e amor por todos nossos vizinhos, inclusive aqueles que nos odeiam ou nos castigariam por nossas convicções religiosas e morais”, disse Dom Kurtz.
Antes de terminar sua mensagem, o Presidente da Conferência de Bispos Católicos dos Estados Unidos chamou a todas as pessoas de boa vontade a unir-nos afim de que proclamemos a bondade, a verdade e a beleza do matrimônio como foi corretamente entendido durante milênios”.
“Peço a todos aqueles que estejam no poder e são autoridades para que respeitem a liberdade dada por Deus para buscar, viver e dar testemunho da verdade”, concluiu Dom Kurtz.
Dom Charles Chaput, Arcebispo de Filadélfia, que acolherá em setembro deste ano o Encontro Mundial das Famílias no qual estará presente o Papa Francisco, assinalou: “Não nos surpreende a sentença da Suprema Corte. (...) A surpresa chegará quando as pessoas comuns começarem a experimentar, de primeira mão e penosamente, o impacto da ação de hoje. Sobretudo os que pensavam que sabiam sobre o matrimônio, a vida familiar, nossas leis e nossas instituições sociais”.
Dom Chaput também indicou: “Os erros da Corte Suprema não mudam nada em relação a natureza de homens e mulheres, e a verdade da Obra de Deus”.
“Agora o nosso trabalho é formar ainda mais profundamente as nossas próprias famílias no amor de Deus e reconstruir uma saudável cultura do matrimônio, um casal de cada vez, dos escombros da decisão tomada hoje”, assegurou Dom Charles Chaput.

Vaticano reconhece oficialmente o Estado da Palestina com histórico acordo

Ministro dos Assuntos Exteriores da Palestina, Riad Al-Malki, e o Secretário para as Relações com os Estados da Santa Sé, Dom Paul Richard Gallagher. Foto: L'Osservatore Romano.
 
VATICANO, 26 Jun. 15 / 02:41 pm (ACI/EWTN Noticias).- Em um histórico acordo assinado hoje, o Vaticano reconheceu de forma oficial a Palestina como um Estado. Conforme informou a Sala de Imprensa da Santa Sé, o documento “refere-se aos aspectos essenciais da vida e da atividade da Igreja no Estado da Palestina”.
O acordo foi assinado pelo Secretário para as Relações com os Estados da Santa Sé, Dom Paul Richard Gallagher, e o Ministro dos Assuntos Exteriores da Palestina, Riad Al-Malki.
O governo de Israel expressou sua rejeição à assinatura deste acordo através de um comunicado do seu Ministério de Relações Exteriores.
Ao manifestar sua rejeição à assinatura deste acordo, o Ministério de Relações Exteriores de Israel assinalou que, “para seu governo, este tratado ameaça as perspectivas de avançar com um acordo de paz e também ameaça o esforço internacional de convencer a Autoridade a Palestina a voltar a negociações diretamente com Israel”.
“Embora ainda seja necessário estudar detalhadamente este acordo, Israel avaliará suas implicâncias para uma futura cooperação com o Vaticano”, assegurou.
Entretanto, para a Santa Sé o documento assinado hoje constitui um novo passo, desde a assinatura do Acordo Base entre a Santa Sé e a Organização para a Libertação da Palestina no ano 2000. “Pois o acordo é fruto das negociações realizadas nos últimos anos por uma comissão bilateral”, indicou a Sala de Imprensa da Santa Sé.
A Santa Sé assegurou também: “Através deste acordo com o Estado Palestino reafirma o apoio a uma solução negociada e pacífica da situação na região”.
“O Acordo Global entre a Santa Sé e o Estado da Palestina entrará em vigor depois que ambos países informarem, por escrito, que os requisitos constitucionais ou internos são satisfatórios”, informou o Vaticano.

http://www.acidigital.com/noticias/vaticano-reconhece-oficialmente-o-estado-da-palestina-com-historico-acordo-74279/

quarta-feira, 17 de junho de 2015

Jarro de 3 mil anos é encontrado com nome de rei judeu

Peça encontrada em Israel traz inscrição do tempo do rei David, da passagem bíblica David e Golias


Arqueólogos israelenses descobriram e recuperaram os pedaços de uma vasilha de 3 mil anos com uma inscrição da época do bíblico rei David, em uma jazida no Vale do Elah, informou a Autoridade de Antiguidades de Israel nesta terça-feira (16).

Trata-se da quarta inscrição deste tipo descoberta até o momento, que data do século X a.C., no Reino da Judéia. Os pedaços do recipiente de argila foram localizados em 2012, em escavações em Khirbet Qeiyafa, no Vale do Elah, próximo à cidade israelense de Beit Shemesh e onde, segundo o relato bíblico, aconteceu a mítica batalha entre David e Golias.
Nos fragmentos foram descobertas inscrições que despertaram a curiosidade dos pesquisadores, Yosef Garfinkel, do Instituto de Arqueologia da Universidade Hebraica de Jerusalém, e Saar Ganor, da Autoridade de Antiguidades de Israel. Ao recuperar os pedaços, os arqueólogos encontraram o nome de Eshbaal Ben Beda em letra antiga. "Trata-se da primeira vez que aparece o nome Eshbaal em uma inscrição antiga no país. Eshbaal Ben Shaul, que governou Israel na mesma época que David, é citado pela Bíblia", afirmou Garfinkel. Ele acrescentou que o dirigente foi "assassinado e decapitado e sua cabeça levada a David em Hebron".
"É interessante destacar que o nome Eshbaal aparece na Bíblia, e agora também em um documento arqueológico. Este nome só foi usado durante a era do rei David. O nome Beda é único e não aparece em inscrições antigas ou na tradição bíblica", reforçou.
Os pesquisadores salientaram que a descoberta de inscrições dos dias do mítico rei hebraico é um fenômeno muito recente. Conforme contaram, duas delas foram descobertas em Khirbet Qeiyafa, outra em Jerusalém e outra em Beit Shemesh. "Há uns cinco anos, não conhecíamos nenhuma inscrição datada no século X a.C. do Reino da Judéia. Isto muda totalmente nosso entendimento da expansão da escritura no Reino da Judéia e agora fica claro que estava muito mais estendida do que pensávamos", justificaram.
Eles destacaram que a organização administrativa de um dos dois reinos israelitas da época requereu um grande número de funcionários e escrevas, "o que fica claro na aparição das inscrições".
A gravação encontrada sugere que a pessoa em questão era importante e aparentemente proprietária de uma grande fazenda. Segundo os pesquisadores, a descoberta é uma evidência clara da estratificação social e da criação de uma classe poderosa que ocorreu nos tempos de formação do Reino da Judéia.
Fonte:
http://noticias.terra.com.br/ciencia/jarro-de-3-mil-anos-e-encontrado-com-inscricao-da-era-do-rei-david,89091f9189696df683b42e135727468fe91bRCRD.html

segunda-feira, 8 de junho de 2015

Cristãos indignados se pronunciam contra uso de símbolos sagrados em Parada LGBT de São Paulo

REDAÇÃO CENTRAL, 08 Jun. 15 / 05:16 pm (ACI).- Cristofobia, assim diversos cristãos no Brasil classificaram as manifestações realizadas durante a 19ª edição da Parada do Orgulho LGBT (Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais) de São Paulo, que aconteceu no domingo, 7. Entre as imagensdo evento que circularam pela mídia está a de um transexual na cruz, com uma placa sobre a cabeça na qual estava escrito “Basta de homofobia”, uma clara referência à crucifixão de Jesus Cristo. Imagens de crucifixos, anjos e outros símbolos sagrados para os cristãos também foram utilizados de maneira desrespeitosa e ofensiva pelos participantes da marcha gay.
Segundo a Polícia Militar, na concentração do evento às 13:30h, havia cerca de 20 mil participantes. Porém, na conta dos organizadores, a cifra chega a 2 milhões ao longo de toda a marcha. A manifestação teve como alvos lideranças políticas cristãs e ataques a símbolos religiosos, como já sucedeu em outras edições do evento.
Por meio das redes sociais, alguns cristãos brasileiros manifestaram sua indignação ao uso de símbolos próprios do cristianismo como o crucifixo. Entre eles está a psicóloga Marisa Lobo, que teve seu registro cassado por atender homossexuais que querem deixar este estilo de vida e, mais tarde, teve a cassação anulada pela Justiça.
A psicóloga citou o trecho do Código Penal que trata dos crimes contra o sentimento religioso, em seu artigo 208: “Escarnecer de alguém publicamente, por motivo de crença ou função religiosa; impedir ou perturbar cerimônia ou prática de culto religioso; vilipendiar publicamente ato ou objeto de culto religioso”, cuja pena estabelecida é detenção, de um mês a um ano, ou multa.
Diante do ocorrido, Marisa Lobo lançou uma petição para “criminalizar o uso pejorativo de símbolos religiosos em protestos ativista social e/ou político, pois promovem a intolerância”. No texto explicativo da iniciativa, ela afirma entender que “este desrespeito e ataques passou dos limites da ética e do bom senso e fere a liberdade religiosa, ultrapassando o limite da liberdade de opinião e de expressão”.  Por conta da dimensão a que chegaram às provocações à fé cristã, declara que “as ofensas podem ser caracterizadas como crimes contra a honra – e não somente ao patrimônio público, mas ao ser humano que é ofendido e ferido em sua crença”.
Em seu Twitter, a psicóloga questiona ainda o apoio de instituições públicas que patrocinaram um evento que incentivou o preconceito religioso. A mesma posição foi adotada por políticos cristãos, tais como o deputado Marco Feliciano (PSC/SP) e o senador Magno Malta (PR-ES).
O pastor Marco Feliciano (PSC-SP) usou sua página no Facebook para criticar as ofensas lançadas na marcha gay:  “Imagens que chocam, agridem e machucam. Isto pode? É liberdade de expressão, dizem eles. Debochar da fé na porta denuda igreja pode? Colocar Jesus num beijo gay pode? (..) Usar símbolos católicos como tapa sexo pode? Dizer que sou contra tudo isso não pode? Sou intolerante né?”, escreveu o Deputado Federal.
ACI Digital tentou falar com a assessoria do Arcebispo de São Paulo, Dom Odilo Pedro Scherer, mas sem sucesso. O Cardeal ainda não se pronunciou sobre o caso nas redes sociais ou jornais.
Esta não é a primeira vez que símbolos religiosos são usados durante a Parada LGBT, na capital paulista. Em 2011, os organizadores pregaram cartazes com imagens de santos católicos em postes da Avenida Paulista, acompanhados por mensagens como "Nem Santo Te Protege" e "Use Camisinha".
Na ocasião, Dom Odilo classificou a iniciativa como uma manifestação “infeliz, debochada e desrespeitosa”.  Ao jornal O Estado de S. Paulo, o Arcebispo ressaltou que "o uso desrespeitoso da imagem dos santos populares ofende os próprios santos e os sentimentos religiosos do povo".
Para assinar a petição para que no Brasil venha a ser crime o uso pejorativo de símbolos religiosos em protestos ativista social e/ou político, acesse:
http://www.citizengo.org/pt-pt/12080-que-seja-considerado-crime-usar-simbolos-religiosos-com-objetivo-denegrir-fe-alheia?tc=tw&tcid=13248627

Brasil terá mais um Beato, o Padre Victor, ex-escravo e evangelizador exemplar

Roma, 08 Jun. 15 / 01:09 pm (ACI).- Em breve, o Brasil terá um novo beato. Na sexta-feira, 5, o Papa Francisco autorizou a Congregação das Causas dos Santos a promulgar Decreto concernente ao milagre atribuído à intercessão de Padre Francisco de Paula Victor. Trata-se da cura de um morador da cidade Três Pontas (MG), reconhecida por uma junta médica do Vaticano e por uma comissão de teólogos como inexplicável pela ciência. O anúncio deste milagre já havia sido feito pelos cardeais na terça-feira, 2 de junho.
Padre Francisco de Paula Victor nasceu em 12 de abril de 1827, em Campanha, sul de Minas, filho de uma escrava, Lourença Maria de Jesus. Entrou para o Seminário em 1848, onde sofreu preconceito de alguns colegas, que o humilhavam e o maltratavam com serviços braçais. Mesmo assim, conquistou a todos pela conduta íntegra e humildade. Foi ordenado em 14 de junho de 1851, tendo exercido a função de vigário paroquial em Campanha por 14 meses. Em seguida, foi enviado para Três Pontas, como Pároco, onde permaneceu por 53 anos, até sua morte em 23 de setembro de 1905. Seu ministério foi marcado pela catequese e instrução do povo, edificando a Escola Sagrada Família para crianças e jovens.
Na época do falecimento do sacerdote, toda região ficou abalada pela notícia. Segundo relatos, seu corpo ficou exposto por três dias e exalava agradável perfume. Padre Victor foi enterrado na Igreja Matriz, construída por ele.
O processo de Beatificação de Padre Francisco de Paula Victor teve início em 13 de julho de 1993 e foi complementado em agosto de 1998. A Congregação das Causas dos Santos o aceitou em 2002. No dia 12 de maio de 2011, Bento XVI reconheceu a prática das suas virtudes heroicas.
De acordo com a Diocese de Campanha, a data da Beatificação de Padre Victor ainda não foi definida.

http://www.acidigital.com/noticias/brasil-tera-mais-um-beato-o-padre-victor-ex-escravo-e-evangelizador-exemplar-74062/

Papa Francisco se pronuncia sobre Medjugorje

Bosnia Hersegovinza Papa Francisco 560
Ha sido durante la entrevista concedida a los periodistas al regreso de su viaje apostólico a Bosnia-Herzegovina del sábado 6 de junio de 2015 que el Papa se ha pronunciado públicamente sobre las supuestas apariciones de la Virgen María en Medjugorje, localidad de Bosnia.
Ha sido el periodista croata Silvije Tomašević quien ha preguntado abierta y directamente al Papa: "... como estamos en Bosnia-Herzegovina hay también un gran interés por el juicio sobre el fenómeno de Medjugorje…".
Y a esto respondió el Santo Padre:
"Sobre el problema de Medjugorje Papa Benedicto XVI, en su tiempo, constituyó una comisión presidida por el cardenal Camilo Ruini; habían también otros cardenales, teólogos y especialistas. Han hecho un estudio y el cardenal Ruini ha venido a mí y me ha entregado el estudio, después de muchos años, no sé, 3 o 4 años más o menos. Han hecho un buen trabajo, un bello trabajo. El cardenal Müller (prefecto de la Congregación para la Doctrina de la Fe, n.d.t.) me ha dicho que harían una reunión para tratar esto en estos días; creo que se ha hecho el último miércoles del mes (de mayo, n.d.t.). Pero no estoy seguro. Estamos en esto para tomar decisiones. Después se comunicarán. Por el momento se dan sólo algunas orientaciones a los obispos, pero sobre las líneas que se tomarán. Gracias."
En el mismo vuelo el P. Federico Lombardi, portavoz oficial del Vaticano, corrigió al Papa y comentó que la reunión de la Congregación de la Doctrina de la Fe a la que aludió Papa Francisco aún no se ha tenido.
Aunque es un pronunciamiento bastante escueto y general, es la primera vez que un Papa ofrece una respuesta sobre el fenómeno en cuestión.
http://rosasparalagospa.com/2015/06/08/papa-francisco-se-pronuncia-sobre-medjugorje-2/

quinta-feira, 28 de maio de 2015

Paquistão. Governo propõe modificação da lei sobre a blasfêmia

O texto, que será apresentado e discutido no Parlamento, introduz novas cláusulas para evitar a instrumentalização das normas existentes

Roma,  (ZENIT.org)

O governo do Paquistão está se movendo para parar o abuso da lei da blasfémia. O Executivo, de fato, desenvolveu um projeto de lei que será apresentado e discutido no Parlamento para a aprovação. O texto – explica a agência Fides – seria orientado a tornar mais difícil a instrumentalização das normas existentes, através da introdução, em particular, do conceito de mens rea, ou seja, da vontade consciente de fazer um gesto blasfemo.
"É um grande passo à frente", disse o Padre Saleh Diego, presidente da Comissão Justiça e Paz da arquidiocese de Karachi, “estaremos acompanhando o debate no Parlamento. Sabemos que vários partidos são favoráveis para parar os abusos da lei de blasfêmia. Mas os partidos extremistas ainda são muito fortes”.
Como Igreja e como comunidade cristã no Paquistão, recordou o religioso, "há anos pedimos para implementar mecanismos para impedir os abusos. Temos experiência de casos graves em que a lei foi instrumentalizada. É uma questão de justiça, dado que na prisão estão muitos inocentes. Evitar os abusos seria um benefício para toda a sociedade, para os cidadãos de todas as religiões, muçulmanos e cristãos, acusados ​​injustamente". De acordo com o sacerdote, também, "as pressões da comunidade internacional podem ser úteis neste momento".
Como apurado pela Fides, a proposta, preparada pelo Ministério do Interior e controlado pelo Ministério da Justiça, busca desencorajar o uso instrumental da lei e as falsas acusações, introduzindo penas severas para todos aqueles que formulem falsas acusações de blasfêmia. A proposta de lei deveria alterar as lacunas processuais, introduzindo novas cláusulas no protocolo a ser seguido em casos de supostas blasfêmias, com o objetivo de garantir que ninguém “faça justiça com as próprias mãos”, mas que sejam as instituições do estado (polícia e magistratura) a punir os culpados.
Entre as mudanças, o novo procedimento tornaria necessário provar a mens rea (má-fé e intenção) por trás de um ato de blasfêmia, condição que não existe hoje. Isto significaria que uma condição para ser acusado é a intenção específica de cometer o crime. Fato, este, também considerado necessário no acórdão do Tribunal Federal da Sharia de 1990.
Em um relatório recente, a ONG "Human Rights Commission of Pakistan” destaca que o abuso da lei de blasfêmia continua a causar opressão e perseguição de cidadãos inocentes. Existem 14 cidadãos paquistaneses no corredor da morte, enquanto outros 19 estão em prisão perpétua, acusados de cometer blasfêmia. O número de casos registrados nos últimos 25 anos (mais de mil) sugere que a lei foi amplamente abusada, muitas vezes por vinganças pessoais. De acordo com um relatório do Centro de Estudos e de Investigação sobre segurança, com sede em Islamabad, desde 1990, 52 pessoas acusadas de blasfêmia foram vítimas de execuções extrajudiciais.
http://www.zenit.org/pt/articles/paquistao-governo-propoe-modificacao-da-lei-sobre-a-blasfemia?utm_campaign=diarioportughtml&utm_medium=email&utm_source=dispatch

Israel: escolas cristãs se manifestam contra as políticas discriminatórias do Governo

Hoje, em Jerusalém, cerca de 700 professores, pais e religiosos pediram para "serem tratado como os outros, tanto em termos de desenvolvimento económico como na liberdade de educação”

Roma,  (ZENIT.orgStaff Reporter 

Quase 700 pessoas, entre professores, pais com seus filhos, religiosos das escolas cristãs de Israel, organizaram na manhã de hoje, em Jerusalém, uma manifestação para denunciar as políticas discriminatórias sofridas pelo governo. Um evento sem precedentes, que se realizou na praça em frente ao palácio Lev Ram, sede do Ministério da Educação, onde os manifestantes expuseram grandes painéis e distribuíram folhetos nos quais se condensam as razões do inédito protesto.
"Trata-se de uma manifestação pacífica e respeitosa, para dizer que queremos ser tratados como os outros, tanto do ponto de vista econômico quanto da liberdade de educação”, explicou à agência Fides o Pe. Abdel Masih Fahim, diretor do Departamento das escolas cristãs.
Também bispos das diversas Igrejas cristãs participaram da manifestação, como os bispos William Shomali e Giacinto Boulos Marcuzzo, do Patriarcado Latino de Jerusalém.
As escolas cristãs em Israel atendem 30 mil alunos, dos quais só a metade são cristãos. A maior parte delas já estavam em atividade antes da primeira constituição do Estado de Israel. Obtendo resultados acadêmicos elevadíssimos, formam os alunos segundos os valores cristãos do amor pelo próximo, do perdão e da tolerância, alimentando com o seu trabalho diário uma sensibilidade aberta à convivência e vacinada contra todo sectarismo. Como se lê em um comunicado publicado para a ocasião da manifestação, “as escolas cristãs pertencem à categoria das escolas “reconhecidas mas não públicas” e recebem um financiamento parcial do Ministério. O resto dos custos está coberto pela quota paga pelos pais".
Durante anos, o Ministério da Educação tenta reduzir o orçamento das Escolas Cristãs (na última década 45%), e isso tem forçado as escolas cristãs a aumentar o custo suportado pelas famílias. O corte no financiamento afeta principalmente os pais da população árabe-israelense para os quais, como é sabido, a renda familiar média é inferior à média nacional.
Um comitê nomeado pelo Departamento das Escolas Cristãs em Israel conduziu negociações durante oito meses com o Ministério,  e esse propôs que as escolas se tornem escolas públicas. Esta proposta é interpretada pelos proprietários das escolas (igrejas, mosteiros ...) como o fim do empreendimento educacional cristão, baseado nos valores cristãos, e um duro golpe para a minoria cristã na Terra Santa. À luz desses fatos, as escolas cristãs interromperam as negociações.
"Tenta-se impor também nas escolas primárias cristãs um sistema de ensino padrão operante nas escolas hebraicas e naquelas árabes do governo”, explica a Fides o Pe. Abdel Masih Fahim "que iria acabar com a especificidade da abordagem educacional. E também os professores seriam penalizados com relação aos colegas das outras escolas, sobre os seus direitos como trabalhadores".

sexta-feira, 8 de maio de 2015

Jovem fuma folha da bíblia sagrada

Ângela Rodrigues, da redação do ac4horas07/05/2015 10:53:11
bibliaNo Acre, a banalização em torno da Bíblia Sagrada parece não ter limites para muitos jovens, após um acadêmico atear fogo nas escrituras em plena apresentação musical que reunia adeptos do ateísmo numa programação cultural da Ufac e outro que promete atear fogo na bíblia em frente a sala da reitoria da Ufac em repúdio a suspensão das atividades musicais na referida universidade.
Agora foi a vez de outro jovem, Jonh Meckfild Potter, entrar na onda e fumar literalmente a bíblia sagrada. Em sua fanpage, o rapaz de Rio Branco, Acre, se auto intitula bruxo satanista e EMO, publicou na terça-feira,5, um foto com uma das páginas da bíblia enrolada em forma de cigarro, onde ele tragava as escrituras e afirmava estar “viajando na palavra De deus ué…kakakkakaka” (sic).
O que dá a entender que ele, possivelmente, teria utilizado algum tipo de droga não licita para enrolar na página da bíblia e fumá-la. Com veste negras e um acessório no nariz que imita um chifre, o jovem escreve acima da imagem a seguinte frase: “enfim a bíblia serviu pra alguma coisa”.
A atitude do jovem causou revolta em centenas de pessoas de sua rede e ainda outros que acabaram compartilhando em protesto a atitude desrespeitosa do rapaz, mas mesmo diante dos protestos, ele parece não se importar com as ofensas, tampouco com as considerações para que tenha respeito à palavra de Deus.
Na fanpage do rapaz não é possível identificar o local que estuda ou estudou, nem familiares. Em sua capa de apresentação, ele tem uma imagem demoníaca e parece ser avesso a qualquer tipo de religião, usa roupas negras, cabelos longos caindo sobre o rosto e unhas enormes.
http://www.ac24horas.com/2015/05/07/no-acre-jovem-fuma-folha-da-biblia-sagrada-e-publica-nas-redes-sociais/

quinta-feira, 7 de maio de 2015

Governo do presidente Obama prossegue “obstinado” contra liberdade religiosa, critica líder católico americano

Barack Obama. Foto: Flickr Jamesomalley (DC-BY-2.0)

WASHINGTON DC, 05 Mai. 15 / 02:45 pm (ACI/EWTN Noticias).- Em um recente discurso na Universidade de Notre Dame, Carl Anderson, Cavaleiro Supremo dos Cavaleiros de Colombo, questionou as políticas do governo do presidente Barack Obama seis anos depois de ter prometido proteção à liberdade de consciência e temas afins com os católicos em questões como oaborto.
“Se existe no núcleo do entendimento americano de liberdade um princípio que não pode ser negociado ou esquecido, é o fato de reconhecer que a liberdade é um reflexo da imagem divina em cada ser humano”, afirmou Anderson.
O Centro para a Ética e Cultura da Universidade de Notre Dame premiou os Cavaleiros de Colombo no dia 26 de abril com o Evangelium Award, inspirado na Encíclica “Evangelium Vitae” de São João Paulo II escrita em 1995, que reconhece os indivíduos e as organizações que defenderam e serviram a santidade da vida humana.
Anderson, como Cavaleiro Supremo, recebeu a medalha como representante da organização fraternal, que liderou durante 14 anos. Durante estes anos, o grupo teve mais de 664 milhões de horas de serviço e 1,4 bilhões de dólares para obras de caridade.
No seu discurso, Anderson enfatizou os desafios éticos e culturais que ameaçam a dignidade e a liberdade das pessoas. Ele iniciou seu discurso mencionando a promessa de Barack Obama feita no campus da Notre Dame seis anos atrás, contendo pontos em comum entre o catolicismo e a política do presidente.
No discurso de Obama em 2009, o mandatário norte-americano assegurou que respeitaria a liberdade de consciência das pessoas que estão contra o aborto e a anticoncepção, respeitando a objeção de consciência.
“Após seis anos, esta meta ainda não foi alcançada”, disse Anderson, assinalando que o mandato abortista do HHS (Secretaria de Saúde e Serviços Humanos dos EUA) foi divulgado pelo presidente Obama após um ano, com pouquíssimas e limitadas isenções para organizações religiosas.
O mandato enfrentou processos legais de centenas de empresários em todo o país alegando o direito à objeção de consciência. Dito mandato exige que empregadores financiem e facilitem planos de saúde que ofereçam anticoncepcionais, esterilização e alguns medicamentos que poderiam ser abortivos
“A história do mandato do HHS mostra um governo retrocedendo contrariado em sua proposta, dando pequenos passos, cedendo apenas quando é forçado a fazê-lo por ação judicial. E, ao final de contas, sem retroceder em absoluto”, continuou Anderson, dizendo que o governo de Obama está “obstinado” em seguir impulsionando a validez do mandato em todo o país.
A Lei de Cuidados de Saúde e seu acompanhante, o mandato do HHS, significam que as instituições católicas somente podem permanecer livres na medida que se ajustem as propostas do governo, relatou o líder dos Cavaleiros de Colombo, a maior organização laical da Igreja.
Anderson recordou uma pesquisa realizada recentemente pelo Instituto Columbus-Marist, que afirmou que 84 por cento de americanos estão a favor de limitar o aborto nos primeiros três meses de gravidez, e acreditam que o governo deve promover leis que protejam tanto a vida da mãe como a do filho.
Sessenta por cento, indicou, acreditam que o aborto é moralmente mau, “apesar da parcialidade dos meios de comunicação e a intransigência judicial”.
Carl Anderson advertiu também que a Lei de Cuidados da Saúde se desvia de um programa de cuidado da saúde, e, em vez disto, se transforma em um sistema que controla aproximadamente um sexto da economia dos Estados Unidos.
“O potencial de controle da economia americana feito pelo governo através de legislações ao estilo do mandato do HHS vai além do que poderíamos imaginar alguns anos atrás”, e colocou a Europa como exemplo.
Anderson indicou que aproximadamente 90 leis ao redor do mundo foram divulgadas ou sugeridas para restringir a liberdade de associação e assembleia desde 2012, o que estaria encolhendo o espaço para a sociedade civil.
“O problema não é somente político, mas ideológico”, relatou.
“As pessoas que têm fé enfrentam uma ideologia apoiada no falso conceito de ser pessoas. Esta ideologia não compreende a pessoa humana, não entende nem o homem nem a mulher. Faz de todos eles –todos nós– seres isolados, desconectados, vivendo para nós mesmos”, uma atitude que representa uma “forma cruel de liberdade pessoal”.
No caso do mandato do HHS, explicou: “existe um mito de que a igualdade social e econômica da mulher depende da disponibilidade universal da anticoncepção, esterilização e do aborto, imposta, se necessário, pelo governo”.
Entretanto, Anderson destacou: “Existem muitas razões para ter esperança nos Estados Unidos, e a tendência atual nos chama a ter um espírito missionário entre os católicos.
Muitas instituições católicas institucionais nos Estados Unidos foram construídas por homens e mulheres cheios de espírito missionário, encantados pela busca da liberdade religiosa, recordou à audiência.
“Estas instituições abriram uma janela sobre dignidade transcendente de cada ser humano, estas instituições ofereceram algo que o governo não pode oferecer: A promessa do Evangelho da Vida, da Evangelium Vitae”, assinalou.
Ao final, Carl Anderson afirmou: “vocês e eu estamos chamados a apoiar estas instituições; estamos chamados a apoiar esta promessa. Devemos apoiar a prática livre da religião e não somente fazer esta promessa, mas mantê-la”.

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Papa aos esposos: amar um ao outro como Cristo ama sua Igreja é coisa séria

Foto: Daniel Ibáñez / ACI Prensa.

VATICANO, 06 Mai. 15 / 01:34 pm (ACI).- Na sua catequese desta quarta-feira, 06, o Santo Padre falou sobre a beleza do matrimônio como um sacramento que cria uma nova comunidade familiar que edifica a Igreja e pediu aos esposos que e o amor entre os cônjuges é imagem do amor entre Cristo e a Igreja.
O Santo Padre afirmou que os esposos são chamados a viver a radicalidade de um amor que, iluminado pela fé, restabelece a reciprocidade da entrega e dedicação segundo o projeto original de Deus para a humanidade.
“O marido – diz Paulo – deve amar a mulher “como o próprio corpo”; amá-la como Cristo “amou a sua Igreja e se deu a si próprio por ela”. Mas vocês maridos que estais aqui presentes compreendeis isto? Amar a própria mulher como Cristo ama a Igreja. Isto não é uma brincadeira, é sério!”
Recordando as palavras de S. Paulo, o Santo Padre afirmou que “o matrimônio é um grande ato de fé e de amor que testemunha a coragem de acreditar na beleza do ato criador de Deus e de viver aquele amor que leva a andar sempre mais além de si próprio e para além da própria família.”
A Igreja participa plenamente na história de cada casal cristão – disse ainda o Papa – alegra-se com os seus êxitos e sofre com os seus fracassos. Isto é assim porque os esposos participam na missão da Igreja justamente enquanto esposos, dando testemunho da sua fidelidade corajosa à graça deste sacramento.
“Por isso digo aos recém-casados que são corajosos, porque é preciso coragem para amar-se como Cristo amou a Igreja".
“São Paulo tem razão: trata-se de um grande mistério! Homens e mulheres, suficientemente corajosos para levar este tesouro nos vasos de barro da nossa humanidade, são um recurso essencial para a Igreja e para o mundo. Deus os abençoe mil vezes por isso!”
Nas saudações em italiano o Papa Francisco recordou que nos próximos dias serão celebrados os 70 anos do final da II Guerra Mundial. E afirmou:
“Confio a Maria Rainha da Paz os votos de que a sociedade aprenda com os erros do passado e que diante dos conflitos atuais que estão dilacerando algumas regiões do mundo, todos os responsáveis civis se empenhem na busca do bem comum e na promoção da cultura da paz.”

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Juíza ordena tirar menina da mãe biológica e entregá-la a um casal homossexual

Imagem referencial. Foto: Flickr Aldo Risolvo (DC-BY-NC-ND-2.0)

LONDRES, 07 Mai. 15 / 12:17 pm (ACI).- A juíza Alison Russell emitiu uma sentença favorecendo tirar uma menina de um ano de idade da sua mãe biológica e entregá-la à um casal de homens homossexuais, pois um deles tinha doado o esperma.
No caso julgado em Londres, a mulher, identificada somente como “S”, assinalou: “Meu acordo para submeter-me a uma fertilização artificial significava que eu seria a principal progenitora e responsável de cuidar desta criança.
Conforme o pai genético da menina, identificado como “H”, disse: “O acordo era que eu e meu parceiro homossexual, “B”, seriamos “co-pais” da menina e omentou também que a mulher somente “desempenharia um papel”.
A maternidade substituída, ou seja, barrigas de aluguel, é uma prática legalizada no Reino Unido, entretanto é um delito realizar contratos ou pagar para “alugar” ventres maternos.
A juíza Russel explicou: “A gravidez foi planejada com o propósito de que um casal homossexual tenha um filho para formar uma família assistidos por um amigo”.
“Isto foi aparentemente combinado por ambos lados no momento em que o acordo foi realizado e a concepção foi realizada”, declarou a juíza.
Portanto Russel sentenciou: “A criança morará com os dois homens e somente passará algum tempo com sua mãe biológica, pois isto felizmente coincide com a realidade de sua concepção e está de acordo com sua identidade e lugar dentro de sua família”.
A juíza também considerou declarar contra a mãe da menina que rejeita o estilo de vida homossexual.
Russel expressou que a mulher “usou linguagem ofensiva incluindo imagensestereotipadas e descrições de homens gay para mudar de ideia (o casal homossexual)”.
“Por exemplo, repetidamente a mulher insinuou: “Os homens gays, em relações homossexuais se comportam de uma forma desinibida e são habitualmente infiéis sexualmente entre eles”.

Ter "mães de aluguel" prejudica as crianças
Jessica Kern, jovem concebida em um contrato de barriga de aluguel nos Estados Unidos, denunciou este tipo de acordos em uma entrevista realizada em abril deste ano pelo Center for Bioethics and Culture (CBC).
“É prejudicial para a criança separar-se das suas origens biológicas, salvo em casos de extrema necessidade”, assegurou Jessica ao CBC, e assinala: “quanto mais investigam sobre o tema, mais problemas encontram”.
“Para alguns, assinar um documento de permissão antes da gravidez, trata-se de uma “substituição” e se este documento for assinado depois da gravidez seria até considerado tráfico de pessoas. Qual é a diferença na prática, já que se trata das mesmas ações?”, criticou Kern.
Jessica Kern concluiu: “A substituição (da mãe que gerou a criança pela mãe que termina ficando com a guarda do bebê) está em vigor há quase 30 anos e a doação de esperma há mais tempo ainda. Precisamos fazer uma pausa e estudar seriamente este tema. E estou segura que esses estudos mostrarão que isto não é vai de acordo aos interesses de mulheres, crianças e famílias”.

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Estados Unidos nega visto de visitante a uma religiosa católica do Iraque

ERBIL, 07 Mai. 15 / 11:14 am (ACI/EWTN Noticias).- A Irmã Diana Momeka, que faz parte da congregação dominicanas de Santa Catarina de Sena, tinha planejado viajar do Iraque aos Estados Unidos para relatar seu trabalho com os cristãos perseguidos. No entanto, funcionários do governo americano lhe negaram o visto de entrada porque –segundo eles–, a verdadeira intenção da religiosa seria ficar nos Estados Unidos como uma imigrante ilegal.
A história foi revelada pela revista americana “National Review”, em reportagem de Ann Shea, diretora do Hudson Institute Center for Religious Freedom, pois apesar das reclamações contra ela por parte da Secretaria de Estado dos EUA, reforçou detalhadamente sua informação, demostrando algumas contradições no trabalho do consulado americano de Erbil, capital do Curdistão iraquiano.
Irmã Momeka deveria viajar à Washington DC com uma delegação formada por minorias religiosas, entre eles Yazidis e muçulmanos xiitas. Todos conseguiram o visto para participar dos encontros oficiais, menos a Irmã Diana Momeka, por ser a única cristã proveniente do Iraque.
Ann Shea informou em sua reportagem: “Vi a carta de rejeição ao pedido da religiosa. Segundo o texto, a religiosa “não foi capaz de demonstrar que as atividades que praticará nos Estados Unidos estão de acordo com a classificação do visto”.
A Irmã Momeka comentou a Shea, na ligação telefónica: “Christopher Patch, funcionário do consulado, me disse que o documento foi negado porque sou uma “deslocada interna”.
Ou seja, o consulado a acusou por tentar enganá-lo ao dizer que somente queria visitar Washington DC, mas que sua verdadeira intenção supostamente seria ficar como imigrante ilegal ou pedir asilo político nos Estados Unidos.
A viagem seria na quinzena de maio e duraria uma semana. O programa da religiosa consistia em encontros com os comitês de relações exteriores do Senado e a Câmara de Representantes, com várias ONGs em Washington DC, membros do Departamento de Estado e do USAID, a agência americana de ajuda a situações de emergência em diversos países.
A religiosa justificou o seu pedido com vários documentos, apresentou uma carta da sua prioresa, Irmã María Hana; um documento que comprova seu compromisso com o Babel College de Filosofia e Teologia do Erbil para ensinar durante o ano 2015-2016 e apresentou ainda o convite dos seus doadores e o apoio da deputada democrata Anna Eshoo.
Entretanto, ficou atribuído à irmã o status de “deslocada”, quando teve que abandonar a cidade iraquiana de Qaraqosh –onde morava e ensinava– em agosto de 2014, devido às ameaças do Estado Islâmico (ISIS).
Durante este tempo a irmã ficou conhecida como defensora da liberdade religiosa e dos direitos humanos. Isto, por si só, teria garantido pelo menos a consideração de “líder religiosa”, segundo o Quadriennal Diplomacy and Development Review do Departamento de Estado, o manual que entre outros critérios, define os de aprovação ou rejeição de vistos como o de visitante.
Logo após a publicação do artigo, o Departamento de Estado pediu à Ann Shea mudar sua versão, porque Christopher Patch não teria “feito entrevista nenhuma com a Irmã Diana Momeka para conceder-lhe o visto”. Shea afirmou que em nenhum momento a conversa foi definida como uma entrevista para obter o visto e rechaçou o pedido do Departamento de modificar sua reportagem e retratar-se.                                                                                                                                        
No final Shea acrescentou: “A Irmã Momeka seria parte de uma delegação na qual consta outras minorias. Assim, “se o status de ‘deslocada’ da Irmã Diana era o problema, por que em outubro do ano passado os outros deslocados Yazidis obtiveram o visto?”, questionou.

http://www.acidigital.com/noticias/estados-unidos-nega-de-visitante-visto-a-uma-religiosa-catolica-do-iraque-83521/

Petista promete queimar bíblia em frente a reitoria

Petista promete queimar bíblia em frente a reitoria

Ângela Rodrigues, da redação do ac4horas07/05/2015 08:01:16
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Ateu, Zanon tem uma extensa ficha de problemas com a lei
Em entrevista a reportagem do ac24horas, o organizador da 4º edição do Encontro Nacional de Ateus (ENA), Felipe Zanon, explica que o ato de queimar a bíblia sagrada não tinha como objetivo incitar qualquer sentimento de intolerância religiosa, mas de repudiar “o mal causado pela igreja no que diz respeito aos massacres ocorridos ao longo da história do cristianismo”. Ele diz não ter presenciado o ato, mas autorizou o feito. Zanon é formado em história e estuda o 3º período do curso de Direito da Universidade Federal do Acre (Ufac).
A reportagem tentou contato com o autor do ato, o estudante do curso de filosofia e vocalista da banda Violação Anal, Roberto Oliveira, mas não obtivemos resposta. Ele queimou um exemplar da bíblia em meio a apresentação da sua banda, na 4º edição do Sara(te)u – Uma noite dionisíaca realizada na Ufac.
Questionado quanto ao fator fé x intolerância religiosa, Felipe Zanon é categórico: “Eu acredito em mim mesmo, no que sou, no que posso! Respeito os demais, suas crenças…Não temos problema nenhum em quem crer ou não em Deus. Nós buscamos a laicidade do Estado, queremos um estado sem religião, todos merecem o mesmo respeito, inclusive falam em perseguição, mas nós é quem sofremos perseguição por sermos ateus, porque somos minoria. Nossos cartazes foram rasgados aqui nas dependências da Ufac, até o outdoor com a divulgação do nosso evento foi retirado”.
Com relação aos atos de depredação ocorridos no dia do evento, Zanon destacou que não é a primeira vez que isso ocorre e que outros eventos culturais ocorriam na mesma noite, não podendo, segundo ele, a culpa recair sobre os frequentadores e organizadores do Sara(te)u . Ele alega que em eventos anteriores atos de vandalismo e brigas sempre ocorrem, porém a administração da universidade nunca havia tomado nenhuma medida cabível e diz se sentir perseguido.
“Somente agora a reitoria da Universidade Federal do Acre decidiu tomar uma atitude mais drástica, aproveitaram o que aconteceu (queimação da bíblia) para pegar carona e nós colocarem como culpados”, disse Felipe Zanon, que aproveitou para mandar um recado nada amistoso ao reitor da Ufac, Minoro Kimpara. “Se a reitoria não aclarar e rever a situação que levou a suspender os eventos, bem como a real motivação acerca da proibição de novos eventos musicais, eu mesmo vou tocar fogo em outra bíblia, desta vez na frente da reitoria. Daí sim, terão motivos para me culpar realmente porque até agora estou sendo culpado por algo que não fiz”.
Por fim, Zanon explica que o evento não contou com o patrocínio, nem apoio de políticos. Ele afirmou que alguns foram convidados para o debate que antecedeu a programação, no dia 30 de abril, mas que alguns deles não puderam comparecer ao evento, onde seriam palestrantes, entre eles, Francisco Nepomuceno, o Carioca do PT, que cancelou sua participação no debate devido a agenda governamental.
Conhecido por fazer parte de uma das alas mais radicais do PT no Acre, Felipe Zanon, que é estudante de direito na Universidade Federal do Acre, já foi policial militar, mas foi expulso da corporação por indisciplina.  Em julho do ano passado,  o petista foi preso preventivamente acusado de agredir e chantagear garotas com vídeos íntimos. Ao menos quatro jovens, com idades entre 16 e 21 anos, denunciaram o rapaz.

Reitor afirma que medidas administrativas estão em curso e culpados serão punidos

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Reitor Minoru Kimpara lamenta ação ocorrida na Ufac
O reitor da UFAC, Minoru Kimpara, afirma que a suspensão foi adotada em virtude de atos de vandalismos e não, especificamente, pela queima da bíblia. Entre os atos de vandalismo foram registrados a quebra de vidros de janelas, portas, veículos e outros prejuízos ao patrimônio público. Kimpara disse que a suspensão das atividades culturais, especificamente as de apresentação musicais e de bandas, foi a forma mais sensata até que sejam discutidas alternativas para evitar novas ocorrências envolvendo vandalismo e consumo de bebidas alcoólicas nas dependências da universidade. As demais atividades culturais seguem conforme calendário da instituição.
Ele destacou ainda que está em curso um processo administrativo, que irá apurar as responsabilidades e identificar os autores dos atos de vandalismo ocorrido nas dependências da universidade. Ele assegurou que será dado o direito à ampla defesa dos envolvidos. Os encaminhamentos do processo culminará com uma Resolução Interna que irá impor regras, limites e responsabilidades aos acadêmicos, bem como as medidas punitivas de acordo com casos específicos àqueles que cometerem atos de vandalismo ou forem enquadrados em práticas ilícitas dentro da instituição de ensino superior.
”Essa medida preventiva (proibitiva) tem como objetivo evitar que ocorram novas brigas ou maiores incidentes e até casos de agressão nas dependências da universidade. É preciso que haja um controle maior na segurança dos estudantes que participam das atividades culturais e de lazer. Nossa meta é oferecer um ambiente atrativo dentro do espaço acadêmico, mas para isso é preciso atentar para cuidados com a segurança na realização desses eventos. Esses cuidados não são somente visando o bem patrimonial, mas principalmente a preservação da vida dos nossos acadêmicos e daqueles que visitam e participam das atividades culturais ofertadas na instituição”.

Reitor lamenta a queima da bíblia e diz que ato é um desrespeito as demais crenças

Quanto à queima da bíblia, Minoru disse lamentar e considerou o ato uma agressão às demais crenças. “É lamentável agredir a crença das pessoas, eu fiquei triste porque as pessoas tem o direito de crer ou não, de defender suas posições políticas, suas convicções, mas para tudo isso é importante o respeito. A Ufac é um espaço plural, lugar de cristãos e das pessoas de diferentes religiões, dos que creem e dos ateus também. Eu defendo uma Ufac uma sociedade e um estado laico que garanta a convivência respeitosa entre ateus e cristãos de diferentes religiosidades. A intolerância precisa ser exercida, sim, mas contra a corrupção e a miséria que a assola nosso pais e grande parte do mundo”.
http://www.ac24horas.com/2015/05/07/lider-dos-ateus-militante-do-pt-promete-queimar-biblia-em-frente-a-sala-da-reitoria-da-ufac/

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