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quinta-feira, 28 de maio de 2015

Paquistão. Governo propõe modificação da lei sobre a blasfêmia

O texto, que será apresentado e discutido no Parlamento, introduz novas cláusulas para evitar a instrumentalização das normas existentes

Roma,  (ZENIT.org)

O governo do Paquistão está se movendo para parar o abuso da lei da blasfémia. O Executivo, de fato, desenvolveu um projeto de lei que será apresentado e discutido no Parlamento para a aprovação. O texto – explica a agência Fides – seria orientado a tornar mais difícil a instrumentalização das normas existentes, através da introdução, em particular, do conceito de mens rea, ou seja, da vontade consciente de fazer um gesto blasfemo.
"É um grande passo à frente", disse o Padre Saleh Diego, presidente da Comissão Justiça e Paz da arquidiocese de Karachi, “estaremos acompanhando o debate no Parlamento. Sabemos que vários partidos são favoráveis para parar os abusos da lei de blasfêmia. Mas os partidos extremistas ainda são muito fortes”.
Como Igreja e como comunidade cristã no Paquistão, recordou o religioso, "há anos pedimos para implementar mecanismos para impedir os abusos. Temos experiência de casos graves em que a lei foi instrumentalizada. É uma questão de justiça, dado que na prisão estão muitos inocentes. Evitar os abusos seria um benefício para toda a sociedade, para os cidadãos de todas as religiões, muçulmanos e cristãos, acusados ​​injustamente". De acordo com o sacerdote, também, "as pressões da comunidade internacional podem ser úteis neste momento".
Como apurado pela Fides, a proposta, preparada pelo Ministério do Interior e controlado pelo Ministério da Justiça, busca desencorajar o uso instrumental da lei e as falsas acusações, introduzindo penas severas para todos aqueles que formulem falsas acusações de blasfêmia. A proposta de lei deveria alterar as lacunas processuais, introduzindo novas cláusulas no protocolo a ser seguido em casos de supostas blasfêmias, com o objetivo de garantir que ninguém “faça justiça com as próprias mãos”, mas que sejam as instituições do estado (polícia e magistratura) a punir os culpados.
Entre as mudanças, o novo procedimento tornaria necessário provar a mens rea (má-fé e intenção) por trás de um ato de blasfêmia, condição que não existe hoje. Isto significaria que uma condição para ser acusado é a intenção específica de cometer o crime. Fato, este, também considerado necessário no acórdão do Tribunal Federal da Sharia de 1990.
Em um relatório recente, a ONG "Human Rights Commission of Pakistan” destaca que o abuso da lei de blasfêmia continua a causar opressão e perseguição de cidadãos inocentes. Existem 14 cidadãos paquistaneses no corredor da morte, enquanto outros 19 estão em prisão perpétua, acusados de cometer blasfêmia. O número de casos registrados nos últimos 25 anos (mais de mil) sugere que a lei foi amplamente abusada, muitas vezes por vinganças pessoais. De acordo com um relatório do Centro de Estudos e de Investigação sobre segurança, com sede em Islamabad, desde 1990, 52 pessoas acusadas de blasfêmia foram vítimas de execuções extrajudiciais.
http://www.zenit.org/pt/articles/paquistao-governo-propoe-modificacao-da-lei-sobre-a-blasfemia?utm_campaign=diarioportughtml&utm_medium=email&utm_source=dispatch

Israel: escolas cristãs se manifestam contra as políticas discriminatórias do Governo

Hoje, em Jerusalém, cerca de 700 professores, pais e religiosos pediram para "serem tratado como os outros, tanto em termos de desenvolvimento económico como na liberdade de educação”

Roma,  (ZENIT.orgStaff Reporter 

Quase 700 pessoas, entre professores, pais com seus filhos, religiosos das escolas cristãs de Israel, organizaram na manhã de hoje, em Jerusalém, uma manifestação para denunciar as políticas discriminatórias sofridas pelo governo. Um evento sem precedentes, que se realizou na praça em frente ao palácio Lev Ram, sede do Ministério da Educação, onde os manifestantes expuseram grandes painéis e distribuíram folhetos nos quais se condensam as razões do inédito protesto.
"Trata-se de uma manifestação pacífica e respeitosa, para dizer que queremos ser tratados como os outros, tanto do ponto de vista econômico quanto da liberdade de educação”, explicou à agência Fides o Pe. Abdel Masih Fahim, diretor do Departamento das escolas cristãs.
Também bispos das diversas Igrejas cristãs participaram da manifestação, como os bispos William Shomali e Giacinto Boulos Marcuzzo, do Patriarcado Latino de Jerusalém.
As escolas cristãs em Israel atendem 30 mil alunos, dos quais só a metade são cristãos. A maior parte delas já estavam em atividade antes da primeira constituição do Estado de Israel. Obtendo resultados acadêmicos elevadíssimos, formam os alunos segundos os valores cristãos do amor pelo próximo, do perdão e da tolerância, alimentando com o seu trabalho diário uma sensibilidade aberta à convivência e vacinada contra todo sectarismo. Como se lê em um comunicado publicado para a ocasião da manifestação, “as escolas cristãs pertencem à categoria das escolas “reconhecidas mas não públicas” e recebem um financiamento parcial do Ministério. O resto dos custos está coberto pela quota paga pelos pais".
Durante anos, o Ministério da Educação tenta reduzir o orçamento das Escolas Cristãs (na última década 45%), e isso tem forçado as escolas cristãs a aumentar o custo suportado pelas famílias. O corte no financiamento afeta principalmente os pais da população árabe-israelense para os quais, como é sabido, a renda familiar média é inferior à média nacional.
Um comitê nomeado pelo Departamento das Escolas Cristãs em Israel conduziu negociações durante oito meses com o Ministério,  e esse propôs que as escolas se tornem escolas públicas. Esta proposta é interpretada pelos proprietários das escolas (igrejas, mosteiros ...) como o fim do empreendimento educacional cristão, baseado nos valores cristãos, e um duro golpe para a minoria cristã na Terra Santa. À luz desses fatos, as escolas cristãs interromperam as negociações.
"Tenta-se impor também nas escolas primárias cristãs um sistema de ensino padrão operante nas escolas hebraicas e naquelas árabes do governo”, explica a Fides o Pe. Abdel Masih Fahim "que iria acabar com a especificidade da abordagem educacional. E também os professores seriam penalizados com relação aos colegas das outras escolas, sobre os seus direitos como trabalhadores".

sexta-feira, 8 de maio de 2015

Jovem fuma folha da bíblia sagrada

Ângela Rodrigues, da redação do ac4horas07/05/2015 10:53:11
bibliaNo Acre, a banalização em torno da Bíblia Sagrada parece não ter limites para muitos jovens, após um acadêmico atear fogo nas escrituras em plena apresentação musical que reunia adeptos do ateísmo numa programação cultural da Ufac e outro que promete atear fogo na bíblia em frente a sala da reitoria da Ufac em repúdio a suspensão das atividades musicais na referida universidade.
Agora foi a vez de outro jovem, Jonh Meckfild Potter, entrar na onda e fumar literalmente a bíblia sagrada. Em sua fanpage, o rapaz de Rio Branco, Acre, se auto intitula bruxo satanista e EMO, publicou na terça-feira,5, um foto com uma das páginas da bíblia enrolada em forma de cigarro, onde ele tragava as escrituras e afirmava estar “viajando na palavra De deus ué…kakakkakaka” (sic).
O que dá a entender que ele, possivelmente, teria utilizado algum tipo de droga não licita para enrolar na página da bíblia e fumá-la. Com veste negras e um acessório no nariz que imita um chifre, o jovem escreve acima da imagem a seguinte frase: “enfim a bíblia serviu pra alguma coisa”.
A atitude do jovem causou revolta em centenas de pessoas de sua rede e ainda outros que acabaram compartilhando em protesto a atitude desrespeitosa do rapaz, mas mesmo diante dos protestos, ele parece não se importar com as ofensas, tampouco com as considerações para que tenha respeito à palavra de Deus.
Na fanpage do rapaz não é possível identificar o local que estuda ou estudou, nem familiares. Em sua capa de apresentação, ele tem uma imagem demoníaca e parece ser avesso a qualquer tipo de religião, usa roupas negras, cabelos longos caindo sobre o rosto e unhas enormes.
http://www.ac24horas.com/2015/05/07/no-acre-jovem-fuma-folha-da-biblia-sagrada-e-publica-nas-redes-sociais/

quinta-feira, 7 de maio de 2015

Governo do presidente Obama prossegue “obstinado” contra liberdade religiosa, critica líder católico americano

Barack Obama. Foto: Flickr Jamesomalley (DC-BY-2.0)

WASHINGTON DC, 05 Mai. 15 / 02:45 pm (ACI/EWTN Noticias).- Em um recente discurso na Universidade de Notre Dame, Carl Anderson, Cavaleiro Supremo dos Cavaleiros de Colombo, questionou as políticas do governo do presidente Barack Obama seis anos depois de ter prometido proteção à liberdade de consciência e temas afins com os católicos em questões como oaborto.
“Se existe no núcleo do entendimento americano de liberdade um princípio que não pode ser negociado ou esquecido, é o fato de reconhecer que a liberdade é um reflexo da imagem divina em cada ser humano”, afirmou Anderson.
O Centro para a Ética e Cultura da Universidade de Notre Dame premiou os Cavaleiros de Colombo no dia 26 de abril com o Evangelium Award, inspirado na Encíclica “Evangelium Vitae” de São João Paulo II escrita em 1995, que reconhece os indivíduos e as organizações que defenderam e serviram a santidade da vida humana.
Anderson, como Cavaleiro Supremo, recebeu a medalha como representante da organização fraternal, que liderou durante 14 anos. Durante estes anos, o grupo teve mais de 664 milhões de horas de serviço e 1,4 bilhões de dólares para obras de caridade.
No seu discurso, Anderson enfatizou os desafios éticos e culturais que ameaçam a dignidade e a liberdade das pessoas. Ele iniciou seu discurso mencionando a promessa de Barack Obama feita no campus da Notre Dame seis anos atrás, contendo pontos em comum entre o catolicismo e a política do presidente.
No discurso de Obama em 2009, o mandatário norte-americano assegurou que respeitaria a liberdade de consciência das pessoas que estão contra o aborto e a anticoncepção, respeitando a objeção de consciência.
“Após seis anos, esta meta ainda não foi alcançada”, disse Anderson, assinalando que o mandato abortista do HHS (Secretaria de Saúde e Serviços Humanos dos EUA) foi divulgado pelo presidente Obama após um ano, com pouquíssimas e limitadas isenções para organizações religiosas.
O mandato enfrentou processos legais de centenas de empresários em todo o país alegando o direito à objeção de consciência. Dito mandato exige que empregadores financiem e facilitem planos de saúde que ofereçam anticoncepcionais, esterilização e alguns medicamentos que poderiam ser abortivos
“A história do mandato do HHS mostra um governo retrocedendo contrariado em sua proposta, dando pequenos passos, cedendo apenas quando é forçado a fazê-lo por ação judicial. E, ao final de contas, sem retroceder em absoluto”, continuou Anderson, dizendo que o governo de Obama está “obstinado” em seguir impulsionando a validez do mandato em todo o país.
A Lei de Cuidados de Saúde e seu acompanhante, o mandato do HHS, significam que as instituições católicas somente podem permanecer livres na medida que se ajustem as propostas do governo, relatou o líder dos Cavaleiros de Colombo, a maior organização laical da Igreja.
Anderson recordou uma pesquisa realizada recentemente pelo Instituto Columbus-Marist, que afirmou que 84 por cento de americanos estão a favor de limitar o aborto nos primeiros três meses de gravidez, e acreditam que o governo deve promover leis que protejam tanto a vida da mãe como a do filho.
Sessenta por cento, indicou, acreditam que o aborto é moralmente mau, “apesar da parcialidade dos meios de comunicação e a intransigência judicial”.
Carl Anderson advertiu também que a Lei de Cuidados da Saúde se desvia de um programa de cuidado da saúde, e, em vez disto, se transforma em um sistema que controla aproximadamente um sexto da economia dos Estados Unidos.
“O potencial de controle da economia americana feito pelo governo através de legislações ao estilo do mandato do HHS vai além do que poderíamos imaginar alguns anos atrás”, e colocou a Europa como exemplo.
Anderson indicou que aproximadamente 90 leis ao redor do mundo foram divulgadas ou sugeridas para restringir a liberdade de associação e assembleia desde 2012, o que estaria encolhendo o espaço para a sociedade civil.
“O problema não é somente político, mas ideológico”, relatou.
“As pessoas que têm fé enfrentam uma ideologia apoiada no falso conceito de ser pessoas. Esta ideologia não compreende a pessoa humana, não entende nem o homem nem a mulher. Faz de todos eles –todos nós– seres isolados, desconectados, vivendo para nós mesmos”, uma atitude que representa uma “forma cruel de liberdade pessoal”.
No caso do mandato do HHS, explicou: “existe um mito de que a igualdade social e econômica da mulher depende da disponibilidade universal da anticoncepção, esterilização e do aborto, imposta, se necessário, pelo governo”.
Entretanto, Anderson destacou: “Existem muitas razões para ter esperança nos Estados Unidos, e a tendência atual nos chama a ter um espírito missionário entre os católicos.
Muitas instituições católicas institucionais nos Estados Unidos foram construídas por homens e mulheres cheios de espírito missionário, encantados pela busca da liberdade religiosa, recordou à audiência.
“Estas instituições abriram uma janela sobre dignidade transcendente de cada ser humano, estas instituições ofereceram algo que o governo não pode oferecer: A promessa do Evangelho da Vida, da Evangelium Vitae”, assinalou.
Ao final, Carl Anderson afirmou: “vocês e eu estamos chamados a apoiar estas instituições; estamos chamados a apoiar esta promessa. Devemos apoiar a prática livre da religião e não somente fazer esta promessa, mas mantê-la”.

http://www.acidigital.com/noticias/governo-do-presidente-obama-prossegue-obstinado-contra-liberdade-religiosa-critica-lider-catolico-americano-33328/

Papa aos esposos: amar um ao outro como Cristo ama sua Igreja é coisa séria

Foto: Daniel Ibáñez / ACI Prensa.

VATICANO, 06 Mai. 15 / 01:34 pm (ACI).- Na sua catequese desta quarta-feira, 06, o Santo Padre falou sobre a beleza do matrimônio como um sacramento que cria uma nova comunidade familiar que edifica a Igreja e pediu aos esposos que e o amor entre os cônjuges é imagem do amor entre Cristo e a Igreja.
O Santo Padre afirmou que os esposos são chamados a viver a radicalidade de um amor que, iluminado pela fé, restabelece a reciprocidade da entrega e dedicação segundo o projeto original de Deus para a humanidade.
“O marido – diz Paulo – deve amar a mulher “como o próprio corpo”; amá-la como Cristo “amou a sua Igreja e se deu a si próprio por ela”. Mas vocês maridos que estais aqui presentes compreendeis isto? Amar a própria mulher como Cristo ama a Igreja. Isto não é uma brincadeira, é sério!”
Recordando as palavras de S. Paulo, o Santo Padre afirmou que “o matrimônio é um grande ato de fé e de amor que testemunha a coragem de acreditar na beleza do ato criador de Deus e de viver aquele amor que leva a andar sempre mais além de si próprio e para além da própria família.”
A Igreja participa plenamente na história de cada casal cristão – disse ainda o Papa – alegra-se com os seus êxitos e sofre com os seus fracassos. Isto é assim porque os esposos participam na missão da Igreja justamente enquanto esposos, dando testemunho da sua fidelidade corajosa à graça deste sacramento.
“Por isso digo aos recém-casados que são corajosos, porque é preciso coragem para amar-se como Cristo amou a Igreja".
“São Paulo tem razão: trata-se de um grande mistério! Homens e mulheres, suficientemente corajosos para levar este tesouro nos vasos de barro da nossa humanidade, são um recurso essencial para a Igreja e para o mundo. Deus os abençoe mil vezes por isso!”
Nas saudações em italiano o Papa Francisco recordou que nos próximos dias serão celebrados os 70 anos do final da II Guerra Mundial. E afirmou:
“Confio a Maria Rainha da Paz os votos de que a sociedade aprenda com os erros do passado e que diante dos conflitos atuais que estão dilacerando algumas regiões do mundo, todos os responsáveis civis se empenhem na busca do bem comum e na promoção da cultura da paz.”

http://www.acidigital.com/noticias/papa-aos-esposos-amar-um-ao-outro-como-cristo-ama-sua-igreja-e-coisa-seria-18365/

Juíza ordena tirar menina da mãe biológica e entregá-la a um casal homossexual

Imagem referencial. Foto: Flickr Aldo Risolvo (DC-BY-NC-ND-2.0)

LONDRES, 07 Mai. 15 / 12:17 pm (ACI).- A juíza Alison Russell emitiu uma sentença favorecendo tirar uma menina de um ano de idade da sua mãe biológica e entregá-la à um casal de homens homossexuais, pois um deles tinha doado o esperma.
No caso julgado em Londres, a mulher, identificada somente como “S”, assinalou: “Meu acordo para submeter-me a uma fertilização artificial significava que eu seria a principal progenitora e responsável de cuidar desta criança.
Conforme o pai genético da menina, identificado como “H”, disse: “O acordo era que eu e meu parceiro homossexual, “B”, seriamos “co-pais” da menina e omentou também que a mulher somente “desempenharia um papel”.
A maternidade substituída, ou seja, barrigas de aluguel, é uma prática legalizada no Reino Unido, entretanto é um delito realizar contratos ou pagar para “alugar” ventres maternos.
A juíza Russel explicou: “A gravidez foi planejada com o propósito de que um casal homossexual tenha um filho para formar uma família assistidos por um amigo”.
“Isto foi aparentemente combinado por ambos lados no momento em que o acordo foi realizado e a concepção foi realizada”, declarou a juíza.
Portanto Russel sentenciou: “A criança morará com os dois homens e somente passará algum tempo com sua mãe biológica, pois isto felizmente coincide com a realidade de sua concepção e está de acordo com sua identidade e lugar dentro de sua família”.
A juíza também considerou declarar contra a mãe da menina que rejeita o estilo de vida homossexual.
Russel expressou que a mulher “usou linguagem ofensiva incluindo imagensestereotipadas e descrições de homens gay para mudar de ideia (o casal homossexual)”.
“Por exemplo, repetidamente a mulher insinuou: “Os homens gays, em relações homossexuais se comportam de uma forma desinibida e são habitualmente infiéis sexualmente entre eles”.

Ter "mães de aluguel" prejudica as crianças
Jessica Kern, jovem concebida em um contrato de barriga de aluguel nos Estados Unidos, denunciou este tipo de acordos em uma entrevista realizada em abril deste ano pelo Center for Bioethics and Culture (CBC).
“É prejudicial para a criança separar-se das suas origens biológicas, salvo em casos de extrema necessidade”, assegurou Jessica ao CBC, e assinala: “quanto mais investigam sobre o tema, mais problemas encontram”.
“Para alguns, assinar um documento de permissão antes da gravidez, trata-se de uma “substituição” e se este documento for assinado depois da gravidez seria até considerado tráfico de pessoas. Qual é a diferença na prática, já que se trata das mesmas ações?”, criticou Kern.
Jessica Kern concluiu: “A substituição (da mãe que gerou a criança pela mãe que termina ficando com a guarda do bebê) está em vigor há quase 30 anos e a doação de esperma há mais tempo ainda. Precisamos fazer uma pausa e estudar seriamente este tema. E estou segura que esses estudos mostrarão que isto não é vai de acordo aos interesses de mulheres, crianças e famílias”.

http://www.acidigital.com/noticias/juiza-ordena-tirar-menina-da-mae-biologica-e-entrega-la-a-um-casal-homossexual-38609/

Estados Unidos nega visto de visitante a uma religiosa católica do Iraque

ERBIL, 07 Mai. 15 / 11:14 am (ACI/EWTN Noticias).- A Irmã Diana Momeka, que faz parte da congregação dominicanas de Santa Catarina de Sena, tinha planejado viajar do Iraque aos Estados Unidos para relatar seu trabalho com os cristãos perseguidos. No entanto, funcionários do governo americano lhe negaram o visto de entrada porque –segundo eles–, a verdadeira intenção da religiosa seria ficar nos Estados Unidos como uma imigrante ilegal.
A história foi revelada pela revista americana “National Review”, em reportagem de Ann Shea, diretora do Hudson Institute Center for Religious Freedom, pois apesar das reclamações contra ela por parte da Secretaria de Estado dos EUA, reforçou detalhadamente sua informação, demostrando algumas contradições no trabalho do consulado americano de Erbil, capital do Curdistão iraquiano.
Irmã Momeka deveria viajar à Washington DC com uma delegação formada por minorias religiosas, entre eles Yazidis e muçulmanos xiitas. Todos conseguiram o visto para participar dos encontros oficiais, menos a Irmã Diana Momeka, por ser a única cristã proveniente do Iraque.
Ann Shea informou em sua reportagem: “Vi a carta de rejeição ao pedido da religiosa. Segundo o texto, a religiosa “não foi capaz de demonstrar que as atividades que praticará nos Estados Unidos estão de acordo com a classificação do visto”.
A Irmã Momeka comentou a Shea, na ligação telefónica: “Christopher Patch, funcionário do consulado, me disse que o documento foi negado porque sou uma “deslocada interna”.
Ou seja, o consulado a acusou por tentar enganá-lo ao dizer que somente queria visitar Washington DC, mas que sua verdadeira intenção supostamente seria ficar como imigrante ilegal ou pedir asilo político nos Estados Unidos.
A viagem seria na quinzena de maio e duraria uma semana. O programa da religiosa consistia em encontros com os comitês de relações exteriores do Senado e a Câmara de Representantes, com várias ONGs em Washington DC, membros do Departamento de Estado e do USAID, a agência americana de ajuda a situações de emergência em diversos países.
A religiosa justificou o seu pedido com vários documentos, apresentou uma carta da sua prioresa, Irmã María Hana; um documento que comprova seu compromisso com o Babel College de Filosofia e Teologia do Erbil para ensinar durante o ano 2015-2016 e apresentou ainda o convite dos seus doadores e o apoio da deputada democrata Anna Eshoo.
Entretanto, ficou atribuído à irmã o status de “deslocada”, quando teve que abandonar a cidade iraquiana de Qaraqosh –onde morava e ensinava– em agosto de 2014, devido às ameaças do Estado Islâmico (ISIS).
Durante este tempo a irmã ficou conhecida como defensora da liberdade religiosa e dos direitos humanos. Isto, por si só, teria garantido pelo menos a consideração de “líder religiosa”, segundo o Quadriennal Diplomacy and Development Review do Departamento de Estado, o manual que entre outros critérios, define os de aprovação ou rejeição de vistos como o de visitante.
Logo após a publicação do artigo, o Departamento de Estado pediu à Ann Shea mudar sua versão, porque Christopher Patch não teria “feito entrevista nenhuma com a Irmã Diana Momeka para conceder-lhe o visto”. Shea afirmou que em nenhum momento a conversa foi definida como uma entrevista para obter o visto e rechaçou o pedido do Departamento de modificar sua reportagem e retratar-se.                                                                                                                                        
No final Shea acrescentou: “A Irmã Momeka seria parte de uma delegação na qual consta outras minorias. Assim, “se o status de ‘deslocada’ da Irmã Diana era o problema, por que em outubro do ano passado os outros deslocados Yazidis obtiveram o visto?”, questionou.

http://www.acidigital.com/noticias/estados-unidos-nega-de-visitante-visto-a-uma-religiosa-catolica-do-iraque-83521/

Petista promete queimar bíblia em frente a reitoria

Petista promete queimar bíblia em frente a reitoria

Ângela Rodrigues, da redação do ac4horas07/05/2015 08:01:16
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Ateu, Zanon tem uma extensa ficha de problemas com a lei
Em entrevista a reportagem do ac24horas, o organizador da 4º edição do Encontro Nacional de Ateus (ENA), Felipe Zanon, explica que o ato de queimar a bíblia sagrada não tinha como objetivo incitar qualquer sentimento de intolerância religiosa, mas de repudiar “o mal causado pela igreja no que diz respeito aos massacres ocorridos ao longo da história do cristianismo”. Ele diz não ter presenciado o ato, mas autorizou o feito. Zanon é formado em história e estuda o 3º período do curso de Direito da Universidade Federal do Acre (Ufac).
A reportagem tentou contato com o autor do ato, o estudante do curso de filosofia e vocalista da banda Violação Anal, Roberto Oliveira, mas não obtivemos resposta. Ele queimou um exemplar da bíblia em meio a apresentação da sua banda, na 4º edição do Sara(te)u – Uma noite dionisíaca realizada na Ufac.
Questionado quanto ao fator fé x intolerância religiosa, Felipe Zanon é categórico: “Eu acredito em mim mesmo, no que sou, no que posso! Respeito os demais, suas crenças…Não temos problema nenhum em quem crer ou não em Deus. Nós buscamos a laicidade do Estado, queremos um estado sem religião, todos merecem o mesmo respeito, inclusive falam em perseguição, mas nós é quem sofremos perseguição por sermos ateus, porque somos minoria. Nossos cartazes foram rasgados aqui nas dependências da Ufac, até o outdoor com a divulgação do nosso evento foi retirado”.
Com relação aos atos de depredação ocorridos no dia do evento, Zanon destacou que não é a primeira vez que isso ocorre e que outros eventos culturais ocorriam na mesma noite, não podendo, segundo ele, a culpa recair sobre os frequentadores e organizadores do Sara(te)u . Ele alega que em eventos anteriores atos de vandalismo e brigas sempre ocorrem, porém a administração da universidade nunca havia tomado nenhuma medida cabível e diz se sentir perseguido.
“Somente agora a reitoria da Universidade Federal do Acre decidiu tomar uma atitude mais drástica, aproveitaram o que aconteceu (queimação da bíblia) para pegar carona e nós colocarem como culpados”, disse Felipe Zanon, que aproveitou para mandar um recado nada amistoso ao reitor da Ufac, Minoro Kimpara. “Se a reitoria não aclarar e rever a situação que levou a suspender os eventos, bem como a real motivação acerca da proibição de novos eventos musicais, eu mesmo vou tocar fogo em outra bíblia, desta vez na frente da reitoria. Daí sim, terão motivos para me culpar realmente porque até agora estou sendo culpado por algo que não fiz”.
Por fim, Zanon explica que o evento não contou com o patrocínio, nem apoio de políticos. Ele afirmou que alguns foram convidados para o debate que antecedeu a programação, no dia 30 de abril, mas que alguns deles não puderam comparecer ao evento, onde seriam palestrantes, entre eles, Francisco Nepomuceno, o Carioca do PT, que cancelou sua participação no debate devido a agenda governamental.
Conhecido por fazer parte de uma das alas mais radicais do PT no Acre, Felipe Zanon, que é estudante de direito na Universidade Federal do Acre, já foi policial militar, mas foi expulso da corporação por indisciplina.  Em julho do ano passado,  o petista foi preso preventivamente acusado de agredir e chantagear garotas com vídeos íntimos. Ao menos quatro jovens, com idades entre 16 e 21 anos, denunciaram o rapaz.

Reitor afirma que medidas administrativas estão em curso e culpados serão punidos

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Reitor Minoru Kimpara lamenta ação ocorrida na Ufac
O reitor da UFAC, Minoru Kimpara, afirma que a suspensão foi adotada em virtude de atos de vandalismos e não, especificamente, pela queima da bíblia. Entre os atos de vandalismo foram registrados a quebra de vidros de janelas, portas, veículos e outros prejuízos ao patrimônio público. Kimpara disse que a suspensão das atividades culturais, especificamente as de apresentação musicais e de bandas, foi a forma mais sensata até que sejam discutidas alternativas para evitar novas ocorrências envolvendo vandalismo e consumo de bebidas alcoólicas nas dependências da universidade. As demais atividades culturais seguem conforme calendário da instituição.
Ele destacou ainda que está em curso um processo administrativo, que irá apurar as responsabilidades e identificar os autores dos atos de vandalismo ocorrido nas dependências da universidade. Ele assegurou que será dado o direito à ampla defesa dos envolvidos. Os encaminhamentos do processo culminará com uma Resolução Interna que irá impor regras, limites e responsabilidades aos acadêmicos, bem como as medidas punitivas de acordo com casos específicos àqueles que cometerem atos de vandalismo ou forem enquadrados em práticas ilícitas dentro da instituição de ensino superior.
”Essa medida preventiva (proibitiva) tem como objetivo evitar que ocorram novas brigas ou maiores incidentes e até casos de agressão nas dependências da universidade. É preciso que haja um controle maior na segurança dos estudantes que participam das atividades culturais e de lazer. Nossa meta é oferecer um ambiente atrativo dentro do espaço acadêmico, mas para isso é preciso atentar para cuidados com a segurança na realização desses eventos. Esses cuidados não são somente visando o bem patrimonial, mas principalmente a preservação da vida dos nossos acadêmicos e daqueles que visitam e participam das atividades culturais ofertadas na instituição”.

Reitor lamenta a queima da bíblia e diz que ato é um desrespeito as demais crenças

Quanto à queima da bíblia, Minoru disse lamentar e considerou o ato uma agressão às demais crenças. “É lamentável agredir a crença das pessoas, eu fiquei triste porque as pessoas tem o direito de crer ou não, de defender suas posições políticas, suas convicções, mas para tudo isso é importante o respeito. A Ufac é um espaço plural, lugar de cristãos e das pessoas de diferentes religiões, dos que creem e dos ateus também. Eu defendo uma Ufac uma sociedade e um estado laico que garanta a convivência respeitosa entre ateus e cristãos de diferentes religiosidades. A intolerância precisa ser exercida, sim, mas contra a corrupção e a miséria que a assola nosso pais e grande parte do mundo”.
http://www.ac24horas.com/2015/05/07/lider-dos-ateus-militante-do-pt-promete-queimar-biblia-em-frente-a-sala-da-reitoria-da-ufac/

domingo, 1 de março de 2015

Há pecados que um padre "normal" não pode perdoar?

Alguns pecados só podem ser perdoados pelos bispos, e outros só pela Santa Sé

"Com espírito contrito, (os fiéis) submetam seus pecados à Igreja no sacramento da penitência" (Vaticano II, Presbyterorum Ordinis, 5).
 
Antes de mais nada, dois esclarecimentos:
 
1. Os pecados não são perdoados pelo padre em si. Os pecados são perdoados por Deus, mediante a absolvição do ministro ordenado: bispo ou padre.
 
2. Todos os pecados têm perdão em Deus, menos um: o pecado contra o Espírito Santo (cf. Mt 12, 31). O único pecado que Deus não perdoa é a blasfêmia contra o Espírito Santo.
 
Em que consiste o pecado contra o Espírito Santo?
 
blasfêmia não é somente com palavras, mas também com fatos. Quem blasfema? Quem não se sente necessitado de Deus, quem não se sente pecador ou se considera sem pecado. Trata-se de fechar-se ao convite de Deus à conversão, endurecer o coração, a tal ponto que a pessoa não se interessa mais por Deus.
 
É pecado endurecer o coração e dizer a Deus: você não me interessa, estou bem sem você, não preciso de você. É pecado considerar que Deus não pode perdoar, ou negar o perdão de Deus na confissão. Diante desta circunstância, o que Deus pode fazer? Nada, só deixar que a pessoa morra em seu pecado. Aqui Deus não pode agir, não tem nada a fazer, não tem nada para perdoar, não perdoa nada.
 
A Bíblia nos dá mais luz: "Quem oculta seus pecados não prosperará, mas quem os confessa e se afasta deles alcançará misericórdia" (Prov 28, 13).
 
O sacramento da confissão
 
Só Deus perdoa os pecados (cf. Mc 2, 7). Porque Jesus é o Filho de Deus, diz de si mesmo: "O Filho do homem tem poder de perdoar os pecados na terra" (Mc 2, 10) e exerce esse poder divino: "Teus pecados estão perdoados" (Mc 2, 5; Lc 7, 48).
 
Mais ainda: em virtude da sua autoridade divina, Jesus confere este poder aos homens (cf. Jo 20, 21-23) para que o exerçam em seu nome (Catecismo da Igreja Católica, 1441). Todos os pecados submetidos ao "poder das chaves" (Mt 16, 19) têm perdão.
 
Portanto, tenhamos cuidado ao dizer: "Deus perdoa este pecado, mas este outro Ele não perdoa". Uma coisa é o julgamento social e outra, muito diferente, é o que Deus pensa e o poder que Ele tem de perdoar o pecado – poder delegado aos seus apóstolos.
 
Cristo deu poder de perdoar aos apóstolos, aos bispos como sucessores deles e aos padres que colaboram com os bispos. Eles são os ministros do sacramento (Cânon 965).
 
Os bispo, que possuem em plenitude o sacramento da Ordem e têm todos os poderes que Cristo deu aos apóstolos, delegam aos presbíteros (padres) sua missão ministerial, fazendo parte deste ministério a capacidade de poder perdoar os pecados.
 
Isso foi definido pelo Concílio de Trento como verdade de fé, contra a postura de Lutero, que dizia que qualquer batizado tinha a potestade para perdoar os pecados. Cristo só deu este poder aos apóstolos (cf. Mt.18, 18; Jo 20, 23).
 
O sacerdote é muito importante, porque, ainda que seja Jesus Cristo quem perdoe os pecados, ele é seu representante e possui a autoridade de Cristo.
 
O sacerdote deve ter a faculdade de perdoar os pecados, ou seja, por ofício e porque isso lhe foi autorizado pela autoridade competente. Nem todos os padres têm a faculdade de exercê-la: para poder exercer, é preciso estar capacitado para emitir um juízo sobre o pecador.
 
Para obter as faculdades, deve-se superar um exame chamado "ad audiendas confessionis". Diz o cânon 970: "A faculdade de ouvir confissões só pode ser concedida aos presbíteros que tenham sido considerados aptos mediante um exame, ou cuja idoneidade conste de outro modo".
 
Tais faculdades são concedidas por escrito; são também as chamadas "licenças ministeriais" (cânon 973). Ou seja, um sacerdote recém-ordenado não pode absolver enquanto não receber as licenças ministeriais. Em muitos casos, o exame "ad audiendas confessionis" é feito justamente antes da ordenação.
Observações sobre o ministério sacerdotal
 
O sacramento da confissão é regulamentado pelo Direito Canônico. Portanto, para administrar este sacramento, é preciso levar em consideração certas situações:
 
1. Para absolver validamente, é preciso, além da ordem sagrada, a faculdade (cânon 966).
 
2. Os sacerdotes não podem confessar em qualquer âmbito ou território (cânon 968).
 
3. Em caso de cumplicidade na qual um padre estiver envolvido direta ou indiretamente, ele não pode absolver seu(s) cúmplice(s). Por exemplo, quando o cúmplice é o próprio sacerdote confessor, em questões relativas ao 6º mandamento, sua absolvição é nula (cânon 977).
 
4. Em perigo de morte, o âmbito se amplia totalmente, de maneira que qualquer sacerdote pode absolver qualquer fiel de qualquer pecado e de qualquer censura (cânon 976).
 
5. Na confissão, é preciso levar em consideração as censuras, porque, caso existam, não se pode dar a absolvição. As censuras, "penas medicinais" dirigidas à emenda do cristão, são: a excomunhão, o interdito e a suspensão. Seu principal efeito é a privação de determinados bens espirituais (ou materiais anexos). Sua eliminação depende do cessar da contumácia do fiel (cânon 1358).
 
Condições por parte dos penitentes
 
A contrição dos fiéis é tão importante, que o Código a exige rotundamente: "sem contrição, não há perdão dos pecados".
 
Para receber o remédio do sacramento da penitência, o fiel precisa estar de tal maneira disposto que, rejeitando os pecados cometidos e tendo o propósito de emenda, se converta a Deus (cânon 987). Por isso, na impossibilidade física ou moral de confessar-se, "a reconciliação pode ser obtida por outros meios" (cânon 960).
 
Pecados reservados
 
São pecados que geram excomunhão. A excomunhão é a pena eclesiástica mais severa, que impede de receber os sacramentos. O termo "excomunhão" significa exclusão de um membro da Igreja. O excomungado fica separado daqueles com quem compartilhava sua fé.
 
Quem comete determinados pecados que ferem gravemente a comunhão eclesial, se autoexclui; ele mesmo se marginaliza da unidade com a Igreja. Logicamente, ainda que possa assistir à missa, não pode comungar, pois justamente a Eucaristia é o sacramento que expressa e causa a comunhão e unidade com Deus e com a Igreja.
 
É necessário ser precisos: o que se castiga não é o pecado, mas o delito. E, no Direito Canônico, "delito canônico" não é a mesma coisa que "pecado". Os delitos que são castigados com a excomunhão e que, portanto, não podem ser absolvidos por um sacerdote, são os seguintes:
 
Pecados absolvidos somente pelo bispo:
 
- Excomunhões "Latae sententie". É a excomunhão automática que se produz ainda que não exista uma declaração escrita de excomunhão por parte da Igreja contra uma pessoa concreta. Cometer o delito já leva à excomunhão automática.
 
1. Heresia (negação pertinaz de uma verdade da fé católica), cisma (rejeição da submissão ao Papa) e apostasia (renúncia da fé).
 
2. Aborto provocado, quando ele de fato acontece. E colaboração com esse aborto.
 
- Excomunhões "Ferende sententiae" (excomunhão declarada):
 
3. Fingir ser padre e, assim, celebrar missa ou ouvir confissões (cânon 1378).
 
4. Gravação ou divulgação, por meios técnicos, do que se diz em confissão.
 
- Pecados que geram interdito:
 
"Latae sententiae"
 
1. Violência física a um bispo.
2. Atentado de celebrar missa.
3. Atentado de absolver ou ouvir em confissão por parte de um fiel.
4. Falsa denúncia de solicitação (acusar falsamente um padre de aproveitar a intimidade da confissão para fazer pedidos sexuais ou toques desonestos).
5. Religioso com votos perpétuos, não clérigo, que atenta matrimônio (cânon 1394, 4).
 
- Pecados que geram interdito e suspensão (somente se for clérigo):
 
1. Violência física a um bispo.
2. Atentado de celebrar missa.
3. Atentado de absolver e ouvir em confissão (quem não pode fazê-lo validamente).
4. Falsa denúncia de solicitação.
5. Clérigo que atenta matrimônio: suspensão "latae sententiae".
 
Com relação a quem pode absolver estes pecados, como regra geral, é o bispo diocesano. Em alguns casos, ele pode delegar esta função a vigários gerais e ao clérigo penitenciário.
 
Pecados absolvidos somente pela Santa Sé (Penitenciaria Apostólica):
 
- Excomunhões "latae sententiae":
 
1. Sacrilégios: profanação de espécies consagradas.
2. Atentado contra a vida do Papa.
3. Absolver o cúmplice de pecado contra o 6º mandamento.
4. Sendo bispo, consagrar outro bispo sem mandato pontifício.
5. Para o sacerdote, violar o sigilo da confissão.
6. Atentado de ordenação sacerdotal de uma mulher.

http://www.aleteia.org/pt/religiao/artigo/ha-pecados-que-um-padre-normal-nao-pode-perdoar-5886647820353536?page=3

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